Negligenciamos o jeito como as coisas acontecem; como se fosse mero acaso. Não sou muito fã desta palavra, aliás, destino pra mim é aquilo que você planta hoje para colher amanhã. – Ainda estou tentando me adaptar a escrever sem as ‘linguagens’ da internet. Cuspimos na rua e em seguida pisamos na caca de um cachorro : CARMA! Não pensamos sequer na tal lei da natureza, relatividade ou sei lá o que. Essas coisas de gente muitooo inteligente que fica sentada na frente do computador jogando Isaac Newton no Google. Fala sério! Enfim, precisamos saber porque as coisas nos acontecem ? Uma boa e óbvia resposta seria, ‘não, não importam os meios e sim o fim’. Porém há algo nessa frase que me intriga, os meios são uma forma de impedimos que erros e incidentes se repitam. É só uma questão de consciência : com que fim eu jogo uma lata obviamente metálica que demora centenas de anos pra se decompor no chão de uma rua ? Pra dar mais trabalho aos garis? Aah, façam-me um favor e AMADUREÇAM ! E quando a natureza retribui o imenso ‘amor e carinho’ que a humanidade tem com ela ainda culpamos a Deus. Um barato isso! Fazemos o que queremos porque queremos e quando recebemos de volta o ‘agrado’ nos revoltamos. Cambada de mimados, isso sim. Um bando de gente burra e velha se criando como se fossem criancinhas de quatro anos e que adoram fazer pirraça. Bobagem. Besteira. É lindo e incrível o poder de auto- piedade que o ser humano possui consigo mesmo. Carma não existe, destino é o que plantamos e acaso é nossa mente indo além do que podemos compreender. Digitei, digitei, digitei e não disse nada, né?! As vezes sei que sou meio exagerada, mas acho uma boa fazer uma planilha tipo: os meios e os fins. Tudo o que aconteceu em um trimestre é escrito ali, as conclusões e suas possíveis causas; é óbvio, que isso é só um método ridículo de auto- ajuda e não devemos nos prender cem por cento a isso. Mas é bom tentar, é bom compreender e ainda mais, poder ver o que conquistamos ou não nesse tempo. O ser humano tem que se organizar para depois não ficar por aí bancando o sabichão com respostas fajutas enquanto o verdadeiro porque estava bem diante do seu próprio nariz. É interessante tentar, vale a pena.
Cansada de escrever, fui



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