Quem é que compreende a morte, a vida?
Vivemos presos em um corpo pequeno, frágil e ao mesmo tempo complexo.
Não conseguimos desvendar os mistérios de nosso mundo e procuramos outros planetas.
Lutamos a vida inteira por tudo e partimos sem nada.
No fim percebemos que não somos o deus do mundo, nem mesmo do nosso mundo.
Pois nem a ele temos a capacidade de controlar e entender completamente.
E o que resta dessa vida se tudo é complexo, incontrolável e passageiro?
Restam os relacionamentos, as pessoas, os laços, os nós.
É isso que faz a luta pela vida valer a pena.
Não é necessário descobrir novos mundos
se há várias pessoas tão diferentes a desvendar em nosso meio
São as diferenças que nos lapidam rumo ao amor.




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